Zé Beto, a irreverência na baliza

Um dos mais importantes guarda-redes da história do FC Porto desapareceu há 25 anos. A 4 de fevereiro de 1990, José Alberto Teixeira Ferreirinha, conhecido nas bancadas das Antas como Zé Beto, falecia aos 29 anos, vítima de um acidente de viação. Para a história ficaram as… histórias de um guarda-redes conhecido pela sua personalidade irreverente e destemida.

«Foi um choque tremendo. Eu tinha 19 anos à altura. O Zé Beto tinha uma personalidade muito vincada, era irreverente dentro e fora de campo e, muito por causa disso, nós gostávamos muito dele», relembra Vítor Baía, antigo companheiro de equipa do guardião, assim como Jaime Magalhães: «Todos os guarda-redes têm de ter uma ‘panca’… O Zé também tinha. Era destemido, valente, mas sempre respeitador. Era gente boa e por isso a sua perda foi tão sentida, para mais numa morte tão abrupta, tão estúpida.»

Zé Beto, um dos campeões europeus do FC Porto em 1987, foi o guarda-redes da primeira final europeia dos Dragões – a Taça das Taças de 1983/94 perdida para a Juventus –, na qual foi acusado de ter agredido um árbitro auxiliar. Sucedeu a Fonseca e antecedeu Mlynarczyk e Vítor Baía.

Fonte: record.xl.pt

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