Gudelj confirma proposta portista

Nemanja Gudelj, jogador sérvio do AZ Alkmaar, da Holanda, diz ter recebido uma proposta do FC Porto no verão de 2014.

O médio de 23 anos do AZ Alkmaar confirmou, em declarações à imprensa holandesa, que recebeu uma «proposta do FC Porto no último verão», mas que o negócio acabou por não se concretizar.

Nemanja Gudelj, internacional sérvio (nove internacionalizações) e capitão do AZ, diz-se «preparado» para dar o salto para um clube de maior dimensão» no final da temporada.

Fonte: ojogo.pt

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«Em Portugal molham os relvados» – Jackson Martínez

Jackson reparte o mérito das boas exibições com os companheiros.

Apesar de ser a grande figura do FC Porto, Jackson prefere repartir o mérito das boas exibições com os companheiros, não fosse ele o capitão de equipa, facto que na Colômbia também sublinham. «A equipa está a jogar muito melhor, mas não é por mim, mas sim pelo resultado do trabalho coletivo», afirmou, vincando também a ideia que tem de que a equipa está a crescer. «Trabalhamos pensando que podemos ganhar mais, conseguir mais títulos e avançar na Liga dos Campeões», continuou, em entrevista ao jornal colombiano El Espectador.

As diferenças da Colômbia e do México para Portugal não se esgotam nas «equipas técnicas mais preparadas e exigentes.» Há também o jogo em si. «Aqui é mais rápido porque molham sempre os relvados. Até me custava dominar a bola, mas adaptei-me», contou.

Fonte: ojogo.pt

«O jogador não é uma Playstation. Tem de sentir-se livre» – Julen Lopetegui

Numa entrevista ao diário El Pais, Julen Lopetegui explicou alguns dos seus métodos de trabalho e também a forma como encara a missão que tem no FC Porto.

«O jogador não é uma Playstation. Tem de sentir-se livre. Tomar decisões não é um direito, é uma exigência», explicou o técnico portista, depois de assumir que os seus jogadores devem estar capacitados para «suportar as adversidades». O basco disse ainda que entende que o jogador «aprende por repetição e descobrimento espontâneo» para depois «automatizar movimentos», sem perder a «criatividade».

O treinador do FC Porto revelou ainda que durante a semana faz cerca de três sessões de vídeo coletiva. «Temos de explicar para que serve o que se faz nos treinos. Antes dos treinos explicamos aos jogadores o que irão fazer. Eles têm de saber quais são os problemas que cada jogo irá colocar e que soluções podem adotar», destacou.

Lopetegui destacou ainda que no futebol «a chave é saber o que fazer com a bola para que a posse não acabe num contra-ataque». «Ninguém oferece espaço, é preciso trabalhá-lo e quando o temos, temos de aproveitar», sublinhou nesta entrevista ao El Pais, onde disse que na Invicta «queria criar uma forma de entender o jogo».

«Foi para isso que se contrataram 16 jogadores novos. É a equipa mais jovem da história do FC Porto, com uma idade média de 24 anos. É um projeto muito atrativo. E um desafio muito grande porque tivemos a dificuldade de chegar a 3 de julho e a 14 de agosto já temos de nos apurar para a Champions», disse Lopetegui que cumpre a primeira época no FC Porto.

Fonte: zerozero.pt

«Saída de Jackson é perfeitamente normal no FC Porto» – Jaime Magalhães

O antigo médio desvaloriza o anúncio da saída do colombiano no final da época. Jaime Magalhães recorda que os Dragões estão habituados a valorizarem os avançados, negociando a sua transferência.

Depois de Jackson Martínez ter revelado que no final da época ia abandonar o Dragão, Jaime Magalhães comentou em Bola Branca essas declarações.

O antigo jogador azul-e-branco considera que é uma situação «normalíssima no FC Porto», recordando que «sempre tem sido assim, com jogadores que ninguém conhece e de repente se destacam.»

Jaime Magalhães recorda os casos mais recentes de «Hulk e Falcao, que chegaram ao Porto como desconhecidos e passaram a valer milhões.» O antigo médio afirma que «tem pena que Jackson saia, porque é um jogador de qualidade», mas mostra-se tranquilo, acreditando que «chegarão outros jogadores bons» para os portistas.

Nesta entrevista a Bola Branca, Jaime Magalhães aborda o jogo entre Sporting e Benfica, entendendo «que o Benfica está a jogar mal», não percebendo o que se passa «porque há jogadores que não estão a render.» Sobre o resultado, o antigo futebolista diz que o empate «é uma motivação para o campeonato que deixa tudo em aberto quanto ao vencedor.»

O Benfica é líder com mais quatro pontos do que o FC Porto, as duas equipas vão encontrar-se na Luz, Jaime Magalhães espera que «esse não seja o jogo decisivo do campeonato», e avisa que «é preciso estar atento e concentrado nos jogos com as chamadas equipas mais pequenas.»

Fonte: rr.sapo.pt

“La Furia” no banco

Gritou para repreender, corrigir e incentivar os seus jogadores. Reclamou algumas decisões do árbitro, percorreu centenas de metros dentro e fora da sua área técnica. Chateou-se, festejou, correu para o balneário no intervalo e acelerou o passo para cumprimentar o treinador adversário, Miguel Leal, no final da partida. Frente ao Moreirense, Lopetegui não parou um segundo.

Uma das características específicas do Parque Comendador Joaquim de Almeida Freitas deixa o treinador visitante a poucos metros da tribuna de imprensa. Tal permitiu a Record olhar com atenção para Lopetegui no decorrer do duelo em Moreira de Cónegos e testemunhar “La Furia” que moveu o técnico, de 48 anos. Para Lopetegui, o banco de suplentes foi um mero objeto decorativo, pois nunca lá se sentou. De olhos postos nas quatro linhas, visou sobretudo Maicon, Quaresma, Tello e Óliver.

Ao central pediu-lhe celeridade a recuar no terreno depois dos lances de bola parada ofensiva; ao extremo português disse-lhe para não esperar por apoios e partir para cima dos adversários; ao extremo espanhol mandou-o explorar as costas dos defesas do Moreirense; e ao médio criativo deu-lhe indicações para pausar o jogo quando o FC Porto já vencia por 2×0.

Antes de operar substituições, Lopetegui trocou ideias com Rui Barros e Juan Carlos Martínez, sendo que foi sempre este último quem foi chamar, à zona de aquecimento, o jogador que ia entrar. Lopetegui deu ainda as últimas indicações a quem ia lançar no jogo e fez sempre questão de cumprimentar o que saía.

Preocupado com o segundo poste nos lances de bola parada defensiva, alertou os seus jogadores para o perigo que daí poderia vir e incentivou-os nas ações que lhe agradaram. No primeiro golo, festejou de forma comedida, estremecendo o corpo, mas sem tirar as mãos dos bolsos. Em suma, Lopetegui mostrou intensidade e concentração nos pormenores.

Relaxamento só no dia seguinte

A intensidade que mostrou no decorrer do jogo com o Moreirense, Lopetegui transportou-a para a conferência de imprensa que se seguiu ao duelo, revelando, por vezes, até alguma impaciência nas questões que lhe foram colocadas. O treinador só relaxou verdadeiramente no dia seguinte ao jogo. Logo pela manhã, assistiu ao jogo da equipa Sub-17 C do Padroense, onde joga o seu filho, Daniel, frente ao Leça do Balio, aproveitando assim, em família, o primeiro de dois dias de folga que concedeu.

Treinados à lupa

Lopetegui conferenciou com Juan Carlos Martínez antes de escolher Evandro para ser o primeiro jogador a saltar do banco para o jogo. Fê-lo quase em surdina, num momento raro no decorrer do jogo em Moreira de Cónegos.

Lopetegui não é daqueles treinadores que delega aos seus adjuntos a missão de dar as últimas indicações aos jogadores que vão entrar em campo. Foi ele próprio quem o fez junto de Evandro, Brahimi e Aboubakar. E cumprimentou todos os jogadores que escolheu para sair.

Os aplausos aos seus jogadores foram uma constante. Quando gostava do que via, Lopetegui demonstrava-o com a mesma convicção com que corrigia o que achava estar mal. E aproveitou as paragens para privar com alguns jogadores.

Fonte: record.xl.pt

Casemiro com efeito tranquilizante

Casemiro não faz do golo uma obsessão, até porque o seu papel em campo passa por outras prioridades. No entanto, o médio brasileiro, de 22 anos, já soma três tentos apontados na atual edição do campeonato nacional, e dois deles tiveram o mérito de terminar com as esperanças dos adversários.

A sua estreia a marcar aconteceu em Arouca, quando cabeceou para o fundo das redes de Goicoechea, fazendo o terceiro golo dos Dragões numa partida em que acabariam por golear (5×0). O médio deitou por terra a reação de equipa de Pedro Emanuel, tal como fez no sábado, ao marcar o segundo e último golo do triunfo sobre o Moreirense. Para além destes tentos, Casemiro já foi também um dos tais desbloqueadores do FC Porto, ao marcar o golo inaugural dos azuis e brancos no triunfo, por 5×1, sobre o Gil Vicente.

De resto, diga-se que o médio protagonizou em Moreira de Cónegos uma das suas exibições mais dinâmicas. Recuperou seis bolas, sofreu três faltas, completou 79 passes e teve um aproveitamento de 100 por cento no momento de atirar à baliza contrária: um remate, um golo. Casemiro está na mó de cima.

Fonte: record.xl.pt

Aproximação de Herrera do “top” de assistências

Com as duas assistências que assinou para os golos de Jackson e Casemiro, frente ao Moreirense, o mexicano Héctor Herrera igualou Brahimi nesse capítulo do último passe e ficou apenas a três de Cristian Tello, que continua a ser o melhor do plantel portista nesse particular.

Vamos aos números: Cristian Tello leva oito assistências, Herrera e Brahimi somam cinco cada um, e há ainda a registar as quatro de Quintero.

Curiosamente, Herrera foi um dos jogadores a quem Lopetegui dirigiu palavras no decorrer da partida em Moreira de Cónegos. Numa altura em que o FC Porto vencia pela margem mínima, o mexicano sofreu uma falta a meio-campo e o treinador pediu-lhe para que se levantasse rapidamente, pois sentia que o triunfo ainda não estava garantido. Herrera assim fez e, pouco tempo depois, estava a assistir para golo de Casemiro.

Fonte: record.xl.pt