22.ª jornada da Liga NOS: Hugo Miguel é o árbitro da visita ao Bessa

O árbitro Hugo Miguel foi, esta quarta-feira, nomeado para dirigir a partida entre o FC Porto e o Boavista, no Estádio do Bessa (segunda-feira, 20h00), relativa à 22.ª jornada da Liga portuguesa. O juiz da Associação de Futebol de Lisboa será auxiliado por Ricardo Santos e Hernâni Fernandes.

Árbitro internacional desde 2013, sete anos depois de ter subido à primeira categoria, Hugo Miguel, de 38 anos, já apitou 20 jogos nesta temporada, nove deles do primeiro escalão, em que apresenta uma média de 5,3 cartões amarelos por encontro, tendo já exibido sete vermelhos, nos nove jogos da Segunda Liga que já dirigiu. O juiz lisboeta ainda não apitou qualquer partida dos Dragões nesta época.

Fonte: fcporto.pt

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Sete curiosidades sobre o Basileia x FC Porto

Há vários pontos a unir FC Porto e Basileia, que se defrontam esta quarta-feira (19h45 de Portugal Continental) no St. Jakob-Park, na primeira mão dos oitavos da Champions. A mais curiosa das coincidências é o facto de ambos os clubes terem o mesmo ano de fundação, 1893. Por outro lado, separa-os uma enorme diferença no que toca ao palmarés: os Dragões têm 74 títulos oficiais (incluindo sete internacionais), face a apenas 27 dos helvéticos.

Descubra sete curiosidades nas próximas linhas, sabendo que o jogo será antecipado no Porto Canal, entre as 18h30 e as 19h45, e seguido em tempo real no Twitter do FC Porto e acompanhado no Facebook e Google+. Logo após o apito final, poderá sintonizar de novo o Porto Canal para o rescaldo da partida e ler aqui a habitual crónica.

1. – O Basileia foi fundado apenas 48 dias depois do FC Porto, a 15 de Novembro de 1893. Ambas as datas estão certificadas por notícias publicadas em jornais.

2. – Para o FC Porto, Basileia também é uma cidade especial, porque foi aqui que os Dragões disputaram a primeira final europeia da sua história, em 1984, frente à Juventus (derrota por 2-1). Tal aconteceu pouco mais de dois anos depois de Jorge Nuno Pinto da Costa ter assumido a presidência, com a ambição de chegar a esse mesmo patamar.

3. – O FC Porto não tem atletas nem treinadores suíços, mas o líder da Liga local é treinado pelo português Paulo Sousa. Como jogador de Benfica, Sporting e Panathinaikos, o ex-médio defrontou por 12 vezes os Dragões, vencendo em apenas duas dessas ocasiões. Em conferência de imprensa, na terça-feira, teve um discurso ambicioso: “Estou certo de que vamos ser a equipa a criar mais dificuldades ao FC Porto na Champions”.

4. – O FC Porto chega a esta eliminatória sem limitações entre os jogadores inscritos na Champions. Já Paulo Sousa tem algumas dúvidas: “O Ivanov recuperou, o Traoré esteve integrado e é possibilidade para jogar. O Gaschi está muito melhor. A este nível, os jogadores não podem estar só a 100 por cento, mas mais do que isso”.

5. – Este é o primeiro confronto entre as duas formações, mas o saldo portista frente a adversários suíços é positivo: três vitórias, dois empates e uma derrota.

6. – Ao chegar aos oitavos-de-final, o Basileia igualou a sua melhor prestação na Champions, que datava de 2011/12, quando perdeu a eliminatória frente ao Bayern Munique, com um agregado de 7-1.Os Dragões chegam a esta fase sem derrotas na fase de grupos (apenas Real Madrid e Chelsea igualam este feito), enquanto os suíços perderam por três vezes no grupo B, mas terminaram à frente do Liverpool, no terceiro posto (sete pontos).

7. – O árbitro desta quarta-feira, Mark Clattenburg, já tinha dirigido por uma vez os Dragões, na vitória caseira (1-0) sobre o Málaga, a 19 de Fevereiro de 2013, curiosamente também na mesma fase da competição.

Fonte: fcporto.pt

”Basler Zeitung” destaca filosofia dos Dragões

Os jornais suíços, em especial aqueles que mais vendem nos cantões do noroeste da Suíça, dão natural destaque ao encontro desta quarta-feira (19h45 de Portugal Continental) entre o FC Porto e o Basileia. Desde o gratuito 20 Minuten ao mais expansivo Blick, há referências abundantes ao encontro dos oitavos-de-final da Champions League. Mas o Basler Zeitung (o jornal mais lido na região, com uma tiragem de cerca de 60 mil exemplares) vai mais longe e dedica uma página ao perfil dos Dragões, descrevendo a política que levou o clube ao topo europeu.

O jornal propõe um exercício: se existisse uma máquina do tempo e se, já agora, ela pudesse clonar pessoas, que equipa teriam os Dragões? Vítor Baía, Ricardo Carvalho e Pepe, Deco, Maniche e Anderson, Hulk, James Rodríguez, Lisandro López e Falcao são alguns dos nomes referidos. Mas os “melhores lugares” do Dragão teriam de ser reservados para José Maria Pedroto e para o presidente Jorge Nuno Pinto da Costa, lê-se num artigo de uma página, ilustrado como uma foto de Falcao a comemorar o golo que valeu ao FC Porto a Liga Europa e de 2011 e outra das celebrações da Champions League de 2004. Para além disso, logo na segunda página, há uma entrevista com Madjer – que afirma que “vai ser um jogo difícil para o Basileia” – e, a propósito, um top 10 dos mais espectaculares golos de calcanhar de sempre.

“O FC Porto é a maior empresa de exportação-importação do mundo futebol – e é por isso um exemplo”, escreve o autor do texto Von Tilman Pauls, que depois descreve a revolução efectuada por Pedroto e Pinto da Costa após o 25 de Abril de 1974, naquela que é chamada a “cidade do trabalho”. É depois traçado um paralelo entre o FC Porto e o Basileia, dois clubes sem o potencial financeiro dos gigantes da Europa, que conseguiram romper com o domínio de formações de cidades rivais e que encontraram formas de lutar por um lugar de destaque entre os melhores do continente. Porém, a conclusão volta a ser elogiosa pra os Dragões, que levam “grande vantagem” para o duelo no campo e na consolidação deste modelo de negócio, apesar de, esta quarta-feira, “ansiarem por uma máquina do tempo para recuperar todos os filhos [ex-jogadores] perdidos ao longo dos anos”.

Fonte: fcporto.pt

«Foi aqui que nasceu um FC Porto europeu» – Jorge Nuno Pinto da Costa

Jorge Nuno Pinto da Costa é um dirigente com memória e um passado recheado de recordações. Neste que é o regresso do FC Porto a Basileia, onde disputou a primeira final europeia da sua história, o dirigente dos Dragões recorda esse passo em frente de 1984 e deixa o repto à equipa: o objetivo é atingir os quartos de final da Liga dos Campeões.

«É a primeira vez que volto a Basileia depois de 1984. Foi uma final que marcou. Foi aqui que a Europa percebeu que estava a nascer um clube de referência, um FC Porto europeu. Passados 31 anos é uma grande emoção estar de volta», recordou, numa entrevista concedida ao jornal O Jogo, o histórico dirigente azul e branco, que aproveitou para fazer uma espécie de balanço de 1984 até aos dias de hoje.

«Quando meti no programa eleitoral que queria estar numa final europeia, era impensável ter vencido, depois, sete títulos internacionais. Como era impensável se me tivessem dito na altura que voltaria aqui 31 anos depois como presidente do FC Porto. Diria que era impossível, pois achava que só ficaria dois anos. Voltar com este estatuto também diria ser impossível, mas isto prova que nada é impossível», sublinhou.

De lá para cá os Dragões ganharam projeção, importância na Europa do futebol, continua o dirigente, lembrando que o FC Porto que foi «novidade» em 1984 «hoje é um clube respeitado, até mais no estrangeiro do que em Portugal».

Essa final perdida para a Juventus também deu para toda a estrutura azul e branca aprender muito, quer jogadores, quer dirigentes.

«Na véspera os jogadores estavam mais preocupados com contratos de botas, luvas e afins do que com outra coisa. Hoje, o profissionalismo é completamente diferente e é impensável para os próprios jogadores. Na altura, era tudo novo. Quando disse a um amigo da RTP em 1982 que queria estar numa final europeia, ele perguntou-me se não queria tirar isso da entrevista por ser muito ambicioso. Disse que ia conseguir. Não que ia ganhar, mas que estaria na final. E felizmente estivemos. Foi realmente o início de tudo. Foi aqui, em Basileia, que tudo começou, sobretudo o respeito por este clube. Lembro-me depois de ir aos sorteios a Genebra e todos falavam ainda dessa final e da surpresa que foi a grande exibição do FC Porto contra a Juventus, que dominava o futebol europeu. Perdemos de forma inglória, mas a presença na final marcou a viragem do FC Porto na Europa», enalteceu, saudoso.

FC Basel não é fácil

O discurso de que os azuis e brancos foram bafejados pela sorte no sorteio desta ronda da Liga dos Campeões não é o de Pinto da Costa, que destaca o que a equipa de Paulo Sousa fez na fase de grupos e os gigantes que ultrapassou.

«Li que o FC Porto tinha obrigação de ganhar. Quem escreveu isso tem um desconhecimento total do que é o FC Basel, que só vai jogar connosco porque deixou o Liverpool para trás. E aqui, por exemplo, dominou o Real Madrid. Só quem não conhece o futebol europeu pode dizer que é um adversário fácil. Mas atenção, se estivesse a jogar com o Real Madrid ou com a Juventus, o meu espírito era o mesmo: passar aos quartos de final», atirou, mostrando-se confiante em relação aos jogadores comandados por Julen Lopetegui:

«Esta equipa pode perder com qualquer outra, mas também pode eliminar qualquer adversário».

Críticas às arbitragens

Pinto da Costa não deixa nada por dizer, já é um hábito, e apesar de estar mais interessado em comentar o confronto europeu dos azuis e brancos, aproveitou para deixar uma espécie de recado às arbitragens da última jornada.

«O Benfica ganhou bem ao Vitória de Setúbal, mas aos cinco minutos havia um penálti com possível expulsão que não foi marcado. No jogo do campeonato a história repetiu-se com um árbitro do Porto [Manuel Oliveira, da AF Porto foi o árbitro na Luz]. E no nosso jogo com o Vitória de Guimarães o árbitro não teve culpa nenhuma, porque na agressão bárbara, que não tem outro nome, do Cafú ao Casemiro, foi o quarto árbitro, o Vasco Santos [também daAF Porto], que deu sinal para que só fosse exibido o amarelo. Todo o nosso banco viu e já confirmámos isso. Aliás, vê-se na televisão», apontou, comparando o mesmo caso com a receção dos dragões ao Boavista, na primeira-volta.

«Quando vemos a entrada do Maicon contra o Boavista, debaixo de um dilúvio e muito menos impetuosa, levar vermelho e depois, sem essas condições climatéricas, vemos uma entrada de pés juntos, para a qual o quarto árbitro é que indica que não deve levar vermelho, que podemos fazer?»

Fonte: zerozero.pt

Tello na linha da frente

De acordo com o padrão de escolhas de Julen Lopetegui, Tello deverá integrar o onze azul e branco esta noite, depois de ter iniciado a receção ao V. Guimarães sentado no banco de suplentes.

Quando o técnico espanhol decide poupar inesperadamente um dos seus habituais titulares, tal escolha resulta quase sempre na entrada imediata do preterido no onze seguinte. O princípio de gestão é ainda mais evidente em semana europeia, pelo que, se a tradição de mantiver, será muito provavelmente Ricardo Quaresma a iniciar desta vez o encontro na condição de suplente.

Já Brahimi deve manter o seu lugar no onze, depois de haver entrado de início frente aos minhotos e ter apontado o golo que valeu o triunfo aos Dragões nessa partida. O argelino foi, de resto, um dos elementos azuis e brancos em maior destaque na passada fase de grupos, o que certamente também pesará nas escolhas de Lopetegui.

Dúvida

Com o trio do meio-campo em consolidação, a grande dúvida do onze passa principalmente pelo eixo da defesa, onde a dupla formada por Maicon e Marcano tem dado garantias, mas perante a qual Martins Indi terá uma palavra a dizer. Com o brasileiro e o espanhol a titulares, o FC Porto mantém a sua baliza inviolada há três jogos consecutivos.

De regresso à casa de partida

Basileia não diz muito aos jogadores que compõem o atual plantel do FCPorto, mas para os adeptos tem um grande significado. Foi lá que os Dragões disputaram a sua primeira final europeia, em 1983/84. Perderam a Taça das Taças para a Juventus (derrota por 2-1), mas mostraram ao Velho Continente que estavam ali para bater o pé aos gigantes, como ficou provado no futuro.

Depois disso, o FC Porto foi sempre feliz em território suíço, conseguindo o apuramento por duas vezes para a fase de grupos da Champions. Primeiro na época 1992/93, frente ao Sion, e na temporada 2001/02, diante do Grasshopper.

Fonte: record.xl.pt

Hernâni já vestiu o fato

Hernâni é um dos jogadores para quem o encontro de hoje tem um significado especial, já que é a primeira vez que o reforço de inverno tem a possibilidade de inscrever o seu nome nas competições da UEFA, e logo na Champions. O extremo, de 23 anos, já foi utilizado no campeonato, tendo entrado no decorrer da segunda parte da partida frente ao seu anterior clube, o V. Guimarães, mas desta vez vestiu o fato de gala para seguir viagem.

Face à presença de Brahimi, Quaresma e Tello, Hernâni terá pouca margem para se estrear em Basileia, mas essa decisão cabe inteiramente a Julen Lopetegui e sabendo-se da sua imprevisibilidade, nunca se sabe…

Certo é que em meio ano a carreira do jovem extremo deu uma volta completa. Depois de ascender ao plantel principal do V. Guimarães, transferiu-se para o FC Porto no último dia do mercado de inverno e foi de imediato inscrito na UEFA. «Suíça, Liga dos Campeões», escreveu Hernâni na sua página do Facebook, numa mensagem acompanhada por uma foto já em Basileia.

Fonte: record.xl.pt

FC Porto vai comprar Gudiño

Guarda-redes mexicano está no Dragão por empréstimo, mas já tem o aval dos treinadores. SAD vê-o como um potencial titular a médio prazo.

O FC Porto ainda tem alguns meses para exercer a opção sobre Raúl Gudiño ou procurar, junto do Chivas, a renegociação dos termos acordados em agosto do ano passado, mas uma coisa é certa: o guar- da-redes mexicano da equipa B, que esta terça-feira brilhou na Youth League, é para segurar. Tanto Luís Castro como Julen Lopetegui estão convencidos da qualidade do internacional sub-20 que se prepara para defender o México no Mundial da categoria, na Nova Zelândia (entre maio e junho).

Com 18 anos, Gudiño entrou no FC Porto para rodar entre os plantéis de juniores e da equipa B, mas depois da estreia na Youth League, fixou-se na formação de Luís Castro e já conquistou o estatuto de titular, que só perdeu durante as semanas em que esteve a representar o México.

Com características físicas muito interessantes (1,95 metros, tal como Petr Cech, por exemplo), Gudiño tem revelado qualidades que fazem com que o FC Porto o veja como um potencial titular da equipa principal a médio prazo.

Jorge Berlanga, o representante do jogador, admitiu a O Jogo que as indicações são muito positivas. «A seu tempo, os clubes falarão, mas está a correr muito bem e o FC Porto vê-o como um valor de futuro», disse-nos, revelando que estará em Portugal no próximo mês.

Fonte: ojogo.pt